E o evento levou (Erika Palomino dói no coração)
Uma amiga querida me fez pensar, será que existe uma vontade implícita minha de me enquadrar dentro da "modernidade" paulistana. Ponho entre aspas porque cada um é moderno no seu tempo. E também não estou falando de tecnologia moderna ou estar na crista da onda digital, porque isso é prerrogativa para viver esse novo século ou milenio. Falo de aparência, em que momento aquele cara que cresceu tentando ser o "mauricinho" em Botucatu se tranformou no "artista" (o artista está entre aspas, porque eu não sou artista) tentando se "descolar" em São Paulo. Não quero realmente fazer parte disso, quero me sentir autêntico e tal, mas devagar estou me "mauriçando" de novo mas agora de AllStar e camiseta com algum filme estampado.
Tento me convercer que isso é um pedido da profissão, onde o mercado também te julga pelo quanto vc é descolado e frequenta as festas certas e as pessoas certas, não me sinto a vontade com a consciência dessa necessidade de afirmação, mas ok.
Só quero fazer filmes.
P.S: Eu gosto de usar AllStar
P.S2: Leya isso não tem nda com o seu trabalho, ele é realmente muito legal.
Tento me convercer que isso é um pedido da profissão, onde o mercado também te julga pelo quanto vc é descolado e frequenta as festas certas e as pessoas certas, não me sinto a vontade com a consciência dessa necessidade de afirmação, mas ok.
Só quero fazer filmes.
P.S: Eu gosto de usar AllStar
P.S2: Leya isso não tem nda com o seu trabalho, ele é realmente muito legal.


1 Comments:
tranquilo homem! vc não é um mauricinho. mas eu tb não sei o q a palavra "autêntico" quer dizer.
bj
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